Gauchada,
sei que estive ausente por um tempo, mas seguem os motivos para esta ausência:
- Comecei a trabalhar
- Muito ensaio para o JuvENART
Pois bem, agora que o concurso passou, dou-me o direito de me dedicar pelo menos algumas horinhas por semana ao blog e á vocês!
O assunto de hoje é, obviamente, o JuvENART.
Decidi que ia escrever sobre o concurso. Não irei explicá-lo de maneira "didática", apenas quero expor meus sentimentos em relação ao evento.
Então, o título de vencedor do JuvENART não vem de graça. Vem com muita garra, muita dedicação, tempo, maturidade, amizade, união do grupo e muito foco. A cada ensaio eu ia pra casa sem sentir alguma parte do meu corpo. Ensaiamos freneticamente até dizer "chega!". Assim como eu acredito terem feito todos os outros grupos participantes. Como dizem, dança é momento. E este foi o nosso.
Sinceramente, eu pensava que ganhar o JuvENART era completamente impossível. Não por falta de dedicação, mas porque eu tinha uma visão muito "distante" em reação ao título. Acho que quando almejamos alguma coisa, criamos um certo tipo de "proteção" em nossa cabeça que nos ajuda a lidar com uma esperança extraordinariamente grande, e ao mesmo tempo nos ajuda a aceitar o fato de que aquilo que, naquela parte da tua vida, significa tudo, talvez não aconteça do jeito que queremos. O que eu quero dizer é que quando desejamos muito alguma coisa, temos medo de que ela não aconteça, porém, criamos a capacidade de aceitar isso.
Eu realizei um dos meus maiores sonhos! E digo que o segredo para isso foi a fé. Pelo menos foi nisso que eu decidi acreditar. Nós, adolescentes, temos um jeito de pensar muito estranho. Às vezes cremos, outras vezes somos completamente céticos. Eu, particularmente, decidi acreditar e me apegar muito à fé, eu escolhi isso, e deu certo.
É preciso acreditar em alguma coisa. Ter um norte, sabe? Um caminho a ser seguido. E se for pra pedir aos céus que tudo ocorra bem, peça para que recebas mais energia para o ensaio, mais foco... e não o troféu em si. Não adianta ter o coração cheio de esperança e não fazer nada fisicamente. Assim como tudo na vida!
Eu faço parte do grupo que atualmente é campeão do Estado e só tenho gratidão para expressar; Agradeço à Deus, aos meus pais pelo "paitrocínio" e por sempre me acompanharem, aos meus amigos do mundo exterior ao tradicionalismo que tinham que aceitar o meu "não posso, tenho ensaio", mas que sempre torceram por mim e, principalmente à família M'bororé que me acolheu, me fez feliz e continua fazendo!
Como minha mãe diz, estou com o tanque reserva de alegria completamente cheio e creio que ele permanecerá assim por muito tempo ainda!!!
Até o próximo evento! Não esqueçam de checar a agenda aqui no blog!
Beijinhos